domingo, 7 de fevereiro de 2010

Mais do mesmo...



Por mais surpreendente (óbvio) que possa parecer, eu continuei pensando no post anterior por mais tempo do que esperava. É que surgiu outro questionamento: Como era a mulher que não tinha escolha? Digo, hoje temos como planejar, parar de tomar pílula, deixar a camisinha de lado no ano de 2012, quando eu terminar aquele curso, quando a carreira dele estiver no auge... E se não tivéssemos? Como era a alma dessa mulher? Ela se questionava? Ela ressentia não poder escolher?
Eu soube de uma história uma vez, não lembro quem era... Mas, enfim. Lembro de me contarem sobre uma mulher que engravidou logo na lua-de-mel e a nenê nasceu de 8 meses. O medo dessa mulher era tamanho! Imaginem! Poderiam pensar que ela não havia casado virgem. E o pior: que ela havia casado grávida de outro! O pai a mataria, o marido a largaria... Não lembro o desfecho, desculpem, só o tema da história mesmo, mas isso me marcou. Parece história de novela, mas eu ouvi sim em algum lugar, de alguém. Os sujeitos não importam muito, porque acabei de me dar conta de que essa história deve ter sido beeeem comum na época dos nossos pais e avós. Mas, e essa mulher que não tinha escolha? Alguém tem algo a falar sobre ela?
Just wondering...

3 comentários:

  1. Acredito que, nessa época "sem escolha", ter filhos era algo muito natural, sem grandes questionamentos, parte da vida. Até porque, muitas mulheres nem trabalhavam fora, então ter filhos era uma motivação a mais para o dia a dia. Um objetivo, uma meta, um sentido para a vida. Principalmente lááá atrás, quando os casamentos eram arranjados e não havia sentimento envolvido. O filho passava a ser a razão de viver da mulher.
    E de novo... não planeje demais. Ok, se organize, mas não se prenda. "Em 2012, quando eu terminar aquele curso, quando a carreira dele estiver no auge..." Neste ano ainda podem acontecer mil coisas que mudem esses planos. O curso pode não ser mais tão interessante, ou vc achar outro mais legal, ou a carreira dele dar outra virada... nunca se sabe. Quando engravidei, estávamos de mudança pro interior de SP. Todos disseram: que legal, o bebê vai crescer numa cidade mais saudável, sem trânsito, sem poluição e estresse....
    Hoje estamos de volta a SP, morando aqui. E sem falar em todas as outras coisas que mudaram que vc já sabe!! Coisas que não temos controle, e que acontecem. Por isso, repito: se organize, mas não se prenda demais.
    Ufa, era pra ser só um comment, isso tá virando outro post!! kkk!
    bjos!

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  2. Quantos questionamentos nessa sua cabecinha!
    Eu li o seu post anterior e concordo tb com o comment da Sarah: se organize mas não tente ter o controle de tudo, pois é impossível. Hoje em dia as mulheres têm a opção de se programar melhor, mas estão longe de ter respostas fáceis para dúvidas como a sua.
    Não acho que as mulheres de antigamente não se ressentiam. OK, talvez a maioria se sentisse plenamente realizada em ser mãe e esposa, mas acho que algumas se sentiam frustradas, sim.
    Mas enfim, como qualquer decisão, se a gente pensar muito não chega a lugar nenhum.

    Mudando de assunto, postei fotos e comentários sobre o Ano Novo Chinês.

    Bjo e luz para você!

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  3. Oie, eu de novo!
    Passei pra te indicar um blog, não sei se conhece... mas é pra quem gosta de cozinha / cozinhar!
    http://www.rainhasdolar.com/
    Qdo tiver um tempinho passa lá... tem várias receitinhas pra fazer pras amigas!! hehehe!!

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